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Ônibus é incendiado perto da penitenciária Nelson Hungria em Contagem, na Grande BH

Um ônibus foi incendiado perto da Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, na noite deste sábado (26). De acordo com a Polícia Militar, testemunhas disseram que dois homens encapuzados atearam fogo no veículo.

O batalhão de choque foi acionado para averiguação. Ninguém foi preso. Houve confusão porque parentes dos detentos incendiaram pneus perto da entrada da penitenciária.

Em nota, a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) informou que a situação já foi controlada pelo Corpo de Bombeiros. “Até o momento, não foi identificada relação entre o ocorrido e o sistema prisional”.

Ônibus Queimados

Entre os dias 9 e 16 de setembro, cinco ônibus foram incendiados na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A polícia investiga se as ações têm ligação com detentos que estão na Penitenciária Nelson Hungria.

As ações acontecem de forma semelhante. O motorista é obrigado por bandidos a parar. Eles ateiam fogo com combustível e fogem.

Visitas

As visitas presenciais foram retomadas, neste sábado (26), em unidades prisionais de Minas Gerais que estão em regiões nas ondas verde e amarela do Minas Consciente.

As regras são bem específicas. Elas foram criadas tomando como base o programa Minas Consciente, que orienta a retomada de atividades em regiões a partir dos índices da pandemia.

Municípios que estão nas regiões da onda verde têm visita liberada nas unidades prisionais de um familiar por preso, a cada 30 dias.

O visitante pode ficar no local por três horas e precisa morar em cidades que também estejam na onda verde. Além disso, não pode ter sintomas gripais e precisa usar a máscara o tempo inteiro.

Para unidades prisionais que ficam nas regiões de onda amarela, a visita também é de um familiar por preso a cada 30 dias. Mas, a duração da visita é de 20 minutos.

As condições são similares, mas o visitante precisa morar em cidades que estejam nas ondas verde ou amarela e a unidade prisional precisa ter um parlatório ou locais similares, ou seja, um espaço com separação de vidro entre visitante e preso.

FONTE: G1

POR: RONDONIA EM ACAO

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